Editorial - 21 de Junho 2018
O PS, os sindicatos que lhe são afectos (UGT) e os patrões, chegaram a um acordo de concertação social que dizem combater a precariedade e promover a negociação coletiva.
Editorial - 21 de Junho 2018
O PS, os sindicatos que lhe são afectos (UGT) e os patrões, chegaram a um acordo de concertação social que dizem combater a precariedade e promover a negociação coletiva.
Editorial - 28 de Maio 2018
“Portugal Melhor”, foi o slogan do Congresso do PS, na verdade um mega-comício eleitoral que lança a corrida de Costa para a desejada maioria absoluta. Porém, num país onde 24% da população vive em risco de pobreza e 11% dos trabalhadores são pobres, esta é uma frase vazia.
Editorial - 7 de Maio 2018
Manuel Pinho, ex-Ministro da Economia do Governo Sócrates (2005-2009), é arguido no “caso EDP” por crimes de corrupção e de participação económica em negócio, ou seja, de receber pagamentos do Grupo Espírito Santo (GES), em troca de benefícios económicos à EDP quando aquele grupo financeiro, era então acionista da eléctrica.
Editorial - 24 de Abril 2018
É com o BE e PCP que o PS consegue o apoio fundamental para aprovar os seus sucessivos Orçamentos do Estado (OE) e, assim, governar, mas é com o PSD que o Governo PS, que se diz de esquerda, concerta posições sobre as questões fundamentais.
Editorial - 10 Abril 2018
As últimas semanas têm sido marcadas pelos acontecimentos no Brasil. A prisão de Lula tem um objetivo claro: pôr um fim à sua candidatura presidencial, líder em todas as sondagens para as eleições de Outubro.
Editorial - 31 Março 2018
Como estamos recordados, em 2014, o antigo BES foi intervencionado pelo Estado. Foi-nos dito que, no Novo Banco, injectado com €4.900 milhões públicos, tinha ficado aquilo que era “bom” sendo que os activos tóxicos ficaram no antigo BES, o banco “mau”.
Editorial - 26 Março 2018
Rui Rio herdou um PSD dividido. Não terá a vida fácil. Passos Coelho liderou uma camarilha de tecnocratas ultra-liberais, como Moedas, António Borges e Maria Luís Albuquerque, que suplantou as velhas lideranças laranjas. Aliados ao “irrevogável” Portas, conduziram uma política destrutiva e radical. O PSD pagou um preço por isso. Passos Coelho imolou o partido para salvar a banca nacional e estrangeira. “Que se lixem as eleições”! Valores mais altos se levantavam: privatizar, cortar e despedir!
Editorial - 12 Março 2018
O pano de fundo das eleições italianas, realizadas no passado dia 4 de março, é um país em estagnação económica, com uma profunda crise bancária, altos níveis de desemprego, sobretudo na juventude, marcado por medidas de austeridade, aumento da precariedade e um rebaixamento das condições de vida. Aliado a estes factores, temos uma crise de refugiados e migrantes.